Ela passa e causa inveja em todas as outras. Ela tem cabelo sedoso, as unhas perfeitas. Tem um metro e setenta, pernas longas e finas e se veste como uma estrela. Ela é tudo o que você queria ser. E você se pergunta: por que ela é assim e eu não?
Ela tem dentes perfeitos e um sorriso radiante. Seu caminhar chama a atenção... Todos babam por ela. Ela é, sem dúvida, tudo o que você queria ser. Ela é o que todas gostaríamos de ser. Ela está no topo e você só queria não estar lá em baixo. Mas você não percebe que isso lhe faz mal, que enquanto você sonha ser ela, alguém pode sonhar ser você.
Não há outro brilho como o do seu olhar. Não há humor como o seu. Não há ninguém no mundo como você. Enquanto você deseja as longas pernas dela, alguém acha um charme você ser baixinha. Enquanto você sonha com os cabelos lisos haverá alguém que ama seus cachos. Enquanto você se desespera por não ter um manequim 34, haverá alguém com manequim 42 muito mais feliz do que você com seu 38.
Ela é linda. Você é bonitinha. Mas ela tem seu cérebro? Ela conquista com seu físico. Mas ela tem seu humor? Ela tem seus dotes culinários? Ela tem o seu coração?
Ninguém é melhor do que você! Cada milímetro das partes que te compõem é único e especial. Sempre haverá alguém que prefira você a qualquer outra pessoa no mundo! Sem contar seu pai e sua mãe... =)
Não perca seu tempo criticando aquilo que você não tem ou cuidando o que os outros têm. Preste atenção em você. A melhor pessoa no momento pode ser você e talvez não tenha se dado conta disso.
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Ditadura camuflada
O que é um ideal? O que é um modelo? O que é certo e o que é errado? Tantas definições que não nos ajudariam a resolver nossos problemas com o espelho. Chega o verão e essas perguntas nos vêem à mente diante de tanto desespero para se encaixar dentro de um padrão, de um modelo ideal. Mas o que é ideal mesmo? É ideal usar manequim 34? Por que eu deveria ter as pernas longas mesmo? Porque a Gisele é mais bonita que a Preta Gil? Quem ditou as regras? Onde estávamos quando elas foram escritas? São tantas perguntas sem resposta... É difícil entender essa pressão que sofremos.
Comecemos pelas bonecas. Alguém já ganhou uma boneca gorda que não fosse um bebê? Existe alguma boneca minimamente fora do padrão? Eu nunca vi. Nos desenhos animados, quem são as mocinhas, as heroínas, as protagonistas? Sempre as mais lindas de acordo com o padrão. Não há nenhuma princesa da Franquia Princesas da Disney fora do ideal de beleza. E os filmes? Há alguma atriz “fora de forma” interpretando as mocinhas pelo mundo afora? Não! E por quê? Simplesmente porque quando o autor pensa a personagem, já o pensa de acordo com um padrão que foi imposto antes mesmo que ele nascesse. E os diretores de cinema perpetuam essa “regra”.
Depois vem a mídia e o mundo capitalista materialista que supervalorizam esses falsos arquétipos da perfeição. São revistas de moda, saúde e beleza e até mesmo de notícias, sempre exaltando as vantagens de ter determinadas medidas, de se parecer com determinada atriz, seguir as dicas de beleza de certa estrela do cinema ou das passarelas. É difícil se encaixar quando o espaço e tão pequeno.
O que seria do belo sem o feio? Apenas mais uma gota de chuva na tempestade, talvez. Por que deveria existir beleza? Por que deveria existir feiúra? E se o belo fosse feio e o feio fosse belo? Quem iria dizer que está errado? Não precisamos de padrões tão rígidos. Precisamos de liberdade para ser feliz. Liberdade desta atadura a uma estética que nos distancia de quem somos.
sábado, 16 de outubro de 2010
O poder de uma canção
É incrível a quantidade de sensações diferentes que uma única canção é capaz de despertar. Quem nunca sentiu algo diferente ao ouvir uma música? Quem nunca se sentiu tão bem que escutou centenas de vezes seguidas a mesma música? Ou quem nunca se entristeceu ao ouvir uma música? Queria eu poder, com meus textos, despertar algo tão profundo nas pessoas...
Algumas canções nos trazem uma certa nostalgia, uma sensaçõ estranha e gostosa no fundo do peito. Back to December, da Taylor Swift, é uma delas, pelo menos comigo. É tão bom sentir esse tipo de coisas às vezes.
Já tive vontade de fugir estimulada por uma música... Já me senti arrependida de coisas que julgava estarem certas... Já perdoei influenciada por canções falando de amor.... Já me senti pra baixo, um verdadeiro lixo, só de ouvir uma música. Mas também já me senti o máximo! Sempre impulsionada por uma canção! Muitas vezes até mesmo independente da letra. Música clássica, por exemplo, alivia minhas enxaquecas! Ainda bem que em meio a todo o funk , sertanojo e eletrônicas, ainda existem músicas de verdade! Para nos fazer rir, chorar, cantar e dançar... Para colorir nossa vida!
Não, eu não me referia ao Restart!
Algumas canções nos trazem uma certa nostalgia, uma sensaçõ estranha e gostosa no fundo do peito. Back to December, da Taylor Swift, é uma delas, pelo menos comigo. É tão bom sentir esse tipo de coisas às vezes.
Já tive vontade de fugir estimulada por uma música... Já me senti arrependida de coisas que julgava estarem certas... Já perdoei influenciada por canções falando de amor.... Já me senti pra baixo, um verdadeiro lixo, só de ouvir uma música. Mas também já me senti o máximo! Sempre impulsionada por uma canção! Muitas vezes até mesmo independente da letra. Música clássica, por exemplo, alivia minhas enxaquecas! Ainda bem que em meio a todo o funk , sertanojo e eletrônicas, ainda existem músicas de verdade! Para nos fazer rir, chorar, cantar e dançar... Para colorir nossa vida!
Não, eu não me referia ao Restart!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
E a cinderela teve chulé para sempre....
Ah, os contos de fadas.... Lindos, mas... Alguém já parou pra pensar no que que há por trás dos contos de fadas? Todo aquele enredo de princesinhas indefesas e príncipes heróis salvadores tem por trás muito mais do que mero entretenimento para garotinhas de 0 a 12 anos (ou mais, que seja). É, com certeza!
Alguém já pensou no machismo por trás dos contos de fadas? Sim, há muito machismo nessas historinhas para crianças. São sempre princesinhas indefesas, nunca príncipes indefesos... Sâo sempre garotas à espera de um homem que virá salvá-las. Uma princesa de contos de fadas nunca é autosuficiente!
Basta olhar para a Cinderela, que só teve sua liberdade quando o príncepe a resgatou da bruxa má, mas não sem antes fazê-las experimentar o sapatinho que metade do reino já havia experimentado. Ele devia ser cegueta mesmo para não notar quem era sua princesa sem o sapato.
Depois temos rapunzel que deve ter cefaléia até hoje, coitada! Teve um príncipe pendurado nas tranças para resgatá-la. Talvez não existissem escadas naquela época. E com certeza quem escreveu a história subetima a inteligência feminina, pois qualquer ser com cérebro teria cortado a trança para descer, mas tudo bem... talvez não houvesse tesouras nem objetos cortantes naquela época. Se bem que os príncipes sempre têm espadas...
E a Bela adormecida que ficou cem anos dormindo... À espera do príncipe que a resgataria do feitiço e das armadilhas da bruxa má. Sempre um príncipe... Não poderia ser uma fada madrinha? Uma bruxa boa? Não, tem sempre que ser um homem a resgatar a princesinha.
Nessa mesma linha temos ainda Branca de Neve. Essa até foi corajosa, fugiu, mas não sem a ajuda de um homem, claro. E foi parar em uma casinha com muitos homenzinhos, para os quais lavou, passou e cozinhou, até ser enfeitiçada por uma maçã e finalmente esperar e encontrar seu príncipe salvador.
Há muitos mais, talvez até mais machistas, como a Princesa e a ervilha, por exemplo, mas esses são os mais clássicos e são perfeitos exemplos de que contos de fadas tentam produzir na mente das crianças o machismo e a submissão feminina. Em pleno século XXI está na hora de contos mais estilo Shereck, contos gays, enfim, contos de fadas que tenham algo realista e condizente com a sociedade que temos e a que queremos para ensinar às crianças em meio a fantasia.
Alguém já pensou no machismo por trás dos contos de fadas? Sim, há muito machismo nessas historinhas para crianças. São sempre princesinhas indefesas, nunca príncipes indefesos... Sâo sempre garotas à espera de um homem que virá salvá-las. Uma princesa de contos de fadas nunca é autosuficiente!
Basta olhar para a Cinderela, que só teve sua liberdade quando o príncepe a resgatou da bruxa má, mas não sem antes fazê-las experimentar o sapatinho que metade do reino já havia experimentado. Ele devia ser cegueta mesmo para não notar quem era sua princesa sem o sapato.
Depois temos rapunzel que deve ter cefaléia até hoje, coitada! Teve um príncipe pendurado nas tranças para resgatá-la. Talvez não existissem escadas naquela época. E com certeza quem escreveu a história subetima a inteligência feminina, pois qualquer ser com cérebro teria cortado a trança para descer, mas tudo bem... talvez não houvesse tesouras nem objetos cortantes naquela época. Se bem que os príncipes sempre têm espadas...
E a Bela adormecida que ficou cem anos dormindo... À espera do príncipe que a resgataria do feitiço e das armadilhas da bruxa má. Sempre um príncipe... Não poderia ser uma fada madrinha? Uma bruxa boa? Não, tem sempre que ser um homem a resgatar a princesinha.
Nessa mesma linha temos ainda Branca de Neve. Essa até foi corajosa, fugiu, mas não sem a ajuda de um homem, claro. E foi parar em uma casinha com muitos homenzinhos, para os quais lavou, passou e cozinhou, até ser enfeitiçada por uma maçã e finalmente esperar e encontrar seu príncipe salvador.
Há muitos mais, talvez até mais machistas, como a Princesa e a ervilha, por exemplo, mas esses são os mais clássicos e são perfeitos exemplos de que contos de fadas tentam produzir na mente das crianças o machismo e a submissão feminina. Em pleno século XXI está na hora de contos mais estilo Shereck, contos gays, enfim, contos de fadas que tenham algo realista e condizente com a sociedade que temos e a que queremos para ensinar às crianças em meio a fantasia.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
A TV na formação de jovens e crianças
Por Válerio Brittos e Angélica Pinheiro
A comunicação televisiva atinge milhões de brasileiros, sendo que a maior parte desses milhões a tem como única fonte de informação. Por isso é preciso pensar em como esse veículo chamado televisão afeta as pessoas e, principalmente, a educação das crianças. Como seus programas nem sempre adequados ao horário e à faixa etária de seus espectadores chegam a lares brasileiros e que efeitos podem ter na formação humana de jovens e crianças.
A televisão aberta como conhecemos pouco mudou ao longo de seus 60 anos. Ela está presente em nove de cada dez lares brasileiros, segundo o IBGE. Apesar de todos os avanços tecnológicos, esse ainda é o principal meio de acesso à informação e entretenimento da maior parte da população brasileira. Por mais que se fale em TV digital, multiprogramação, interatividade e internet, na televisão o que temos pouco difere do que tínhamos há dez ou vinte anos atrás – mesmo assim, essa é a mídia que mais influencia a vida das pessoas. Dita a moda, o modo de pensar e agir, de que ou de quem gostar. Isso porque ela é um espelho da sociedade, que pauta a vida cotidiana. Embora por vezes distorcida, demonstra a organização da sociedade como ela é ou como a empresa de mídia televisiva quer que ela seja vista.
Cada canal de TV, através do conteúdo transmitido em sua programação, é capaz de interferir na vida das pessoas e no seu modo de pensar e agir, principalmente as menos instruídas ou aquelas cuja informação se limita à televisão. Acontece algo muito semelhante ao que disse Lasswell na teoria hipodérmica da comunicação: que as pessoas absorvem e aceitam tudo o que é transmitido pela mídia como verdade absoluta. A diferença é que as pessoas não aceitam assim tão passivamente, apenas assimilam o conteúdo veiculado por tratar de assuntos da sociedade. Aí, então, transmitem o que podem daquilo que "aprenderam" na TV.
Saber procurar e usar adequadamente
Se esse veículo é capaz de educar adultos, determinar gostos e desgostos, criar jargões que serão usados pela maioria da população, dos mais aos menos instruídos, o impacto sobre a educação de uma criança é ainda maior. Isso porque uma criança tem a capacidade de aprender e copiar o que vê muito maior que a de um adulto, pois tudo é novidade. Precisamos ter cuidado com aquilo a que as crianças assistem.
Por mais que exista classificação indicativa para cada programa, a maioria das crianças acaba assistindo a programas inapropriados, como o Big Brother Brasil, da Rede Globo, que destaca nudez, palavrões e preconceito; A Fazenda, da Rede Record, com o mesmo enfoque; ou mesmo a novela, pois seus pais assistem e as crianças acabam assistindo junto. Há meninos e meninas entre sete e doze anos viciados em reality shows e programas como Pânico na TV, cujos horários, além do conteúdo, são totalmente inconvenientes para o bom desenvolvimento da criança. Programas nesses horários geralmente exploram conteúdos inapropriados para as crianças, tais como sexo, nudez, violência e linguagem grosseira, que ferem e agridem moralmente os padrões sadios de comportamento infantil.
Além desses programas, de horários bem indicativos, outros programas como as novelas e programas de auditório podem ser um péssimo modelo para os jovens, pois exploram a beleza feminina, a nudez e, no caso das novelas, a maldade e o crime, com vilões que sempre se dão bem até os últimos capítulos. Esses exemplos servem para nutrir sentimentos de impunidade, de ganância, de que o bonzinho sempre sofre até o último capítulo, de inferioridade para as meninas, de que precisam ser extremamente magras ou curvilíneas para atrair a atenção para serem bonitas, de que os meninos precisam ser os malandros para atrair a atenção das meninas, entre outras coisas.
Por isso, os pais precisam estar sempre atentos aos seus filhos e em especial no que diz respeito à programação a que assistem. A televisão pode ser boa no auxílio à educação de crianças, jovens e até mesmo adultos, pois oferece muita informação e tem muita coisa boa na sua programação. Apenas precisa que se saiba procurar por ela e usá-la adequadamente.
Link original: Observatório da Imprensa
A comunicação televisiva atinge milhões de brasileiros, sendo que a maior parte desses milhões a tem como única fonte de informação. Por isso é preciso pensar em como esse veículo chamado televisão afeta as pessoas e, principalmente, a educação das crianças. Como seus programas nem sempre adequados ao horário e à faixa etária de seus espectadores chegam a lares brasileiros e que efeitos podem ter na formação humana de jovens e crianças.
A televisão aberta como conhecemos pouco mudou ao longo de seus 60 anos. Ela está presente em nove de cada dez lares brasileiros, segundo o IBGE. Apesar de todos os avanços tecnológicos, esse ainda é o principal meio de acesso à informação e entretenimento da maior parte da população brasileira. Por mais que se fale em TV digital, multiprogramação, interatividade e internet, na televisão o que temos pouco difere do que tínhamos há dez ou vinte anos atrás – mesmo assim, essa é a mídia que mais influencia a vida das pessoas. Dita a moda, o modo de pensar e agir, de que ou de quem gostar. Isso porque ela é um espelho da sociedade, que pauta a vida cotidiana. Embora por vezes distorcida, demonstra a organização da sociedade como ela é ou como a empresa de mídia televisiva quer que ela seja vista.
Cada canal de TV, através do conteúdo transmitido em sua programação, é capaz de interferir na vida das pessoas e no seu modo de pensar e agir, principalmente as menos instruídas ou aquelas cuja informação se limita à televisão. Acontece algo muito semelhante ao que disse Lasswell na teoria hipodérmica da comunicação: que as pessoas absorvem e aceitam tudo o que é transmitido pela mídia como verdade absoluta. A diferença é que as pessoas não aceitam assim tão passivamente, apenas assimilam o conteúdo veiculado por tratar de assuntos da sociedade. Aí, então, transmitem o que podem daquilo que "aprenderam" na TV.
Saber procurar e usar adequadamente
Se esse veículo é capaz de educar adultos, determinar gostos e desgostos, criar jargões que serão usados pela maioria da população, dos mais aos menos instruídos, o impacto sobre a educação de uma criança é ainda maior. Isso porque uma criança tem a capacidade de aprender e copiar o que vê muito maior que a de um adulto, pois tudo é novidade. Precisamos ter cuidado com aquilo a que as crianças assistem.
Por mais que exista classificação indicativa para cada programa, a maioria das crianças acaba assistindo a programas inapropriados, como o Big Brother Brasil, da Rede Globo, que destaca nudez, palavrões e preconceito; A Fazenda, da Rede Record, com o mesmo enfoque; ou mesmo a novela, pois seus pais assistem e as crianças acabam assistindo junto. Há meninos e meninas entre sete e doze anos viciados em reality shows e programas como Pânico na TV, cujos horários, além do conteúdo, são totalmente inconvenientes para o bom desenvolvimento da criança. Programas nesses horários geralmente exploram conteúdos inapropriados para as crianças, tais como sexo, nudez, violência e linguagem grosseira, que ferem e agridem moralmente os padrões sadios de comportamento infantil.
Além desses programas, de horários bem indicativos, outros programas como as novelas e programas de auditório podem ser um péssimo modelo para os jovens, pois exploram a beleza feminina, a nudez e, no caso das novelas, a maldade e o crime, com vilões que sempre se dão bem até os últimos capítulos. Esses exemplos servem para nutrir sentimentos de impunidade, de ganância, de que o bonzinho sempre sofre até o último capítulo, de inferioridade para as meninas, de que precisam ser extremamente magras ou curvilíneas para atrair a atenção para serem bonitas, de que os meninos precisam ser os malandros para atrair a atenção das meninas, entre outras coisas.
Por isso, os pais precisam estar sempre atentos aos seus filhos e em especial no que diz respeito à programação a que assistem. A televisão pode ser boa no auxílio à educação de crianças, jovens e até mesmo adultos, pois oferece muita informação e tem muita coisa boa na sua programação. Apenas precisa que se saiba procurar por ela e usá-la adequadamente.
Link original: Observatório da Imprensa
sábado, 26 de junho de 2010
“Ah, o amor... que nasce não sei onde, vem não sei como e dói não sei porquê...”
Ah, o amor... Sentimento traiçoeiro que atinge ou já atingiu 11 a cada 10 pessoas no mundo. Quem diz nunca ter amado tem sorte... ou não, pois há quem diga que “pior que sofrer por amor é nunca ter amado”, além do mais certamente ainda vai passar por isso. Todos passam. É como tirar sangue, ou ouvir um novo hit do momento. Se você ainda não tirou sangue, por algum motivo ou outro vai acabar precisando tirar e se ainda não ouviu, sei lá, o “Rebolation”, vai acabar ouvindo, querendo ou não. É como gripe ou febre, todos têm em algum momento, quando não em muitos. O mesmo acontece com o amor... ele acontece mesmo. É inevitável.
Amar é lindo. Amar é ótimo! Quando se é amado em troca pela mesma pessoa a quem o amor é dedicado, é claro. Sofrer por amor...? Talvez seja o pior dos sentimentos.Talvez. Isso porque o amor é um dos sentimentos mais fortes. Um amor não correspondido ou mal correspondido é pesar que parece não ter fim... “O amor é uma dor” por si só e se não é correspondido... já se pode imaginar como é. Difícil.... Mas nem tudo está perdido! É certo que não há cura absoluta para um coração despedaçado, mas com o tratamento certo tudo volta ao normal com o tempo.
Há que diga que se ama uma vez só na vida. Eu discordo. O primeiro namorado pode não ser o grande amor da sua vida, mas é amor! E não será necessariamente o único amor. Amor só é amor até que deixe de ser. Simples assim. Por ser simples não significa que não seja complexo no todo. Complicado no todo é mais bonito, é mais poético... Entretanto, simplificado é menos doloroso. Um segredo sobre o amor: deixa de ser amor quando gera mais lágrimas do que sorrisos, por isso precisamos descomplicá-lo. O poema de Camões diz que o amor é “um contentamento descontente”. Devemos prestar atenção se o descontentamente for apenas descontente, pois se for algo está errado. “É ferida que dói e não se sente”, mas se começar a sentir... é qualquer outra coisa, menos amor. Amar é lindo, mas sofrer é ridículo. Pode parecer bonito nos filmes, mas na vida real é pura estupidez. Não faz sentido ser estúpido. É incrível como algumas pessoas amam por amar... Só vale à pena amar por amor. Devemos pensar nisso, para que o ato de amar não deixe traumas em mais ninguém. O amor é lindo. Amar... às vezes pode não ser.
Amar é lindo. Amar é ótimo! Quando se é amado em troca pela mesma pessoa a quem o amor é dedicado, é claro. Sofrer por amor...? Talvez seja o pior dos sentimentos.Talvez. Isso porque o amor é um dos sentimentos mais fortes. Um amor não correspondido ou mal correspondido é pesar que parece não ter fim... “O amor é uma dor” por si só e se não é correspondido... já se pode imaginar como é. Difícil.... Mas nem tudo está perdido! É certo que não há cura absoluta para um coração despedaçado, mas com o tratamento certo tudo volta ao normal com o tempo.
Há que diga que se ama uma vez só na vida. Eu discordo. O primeiro namorado pode não ser o grande amor da sua vida, mas é amor! E não será necessariamente o único amor. Amor só é amor até que deixe de ser. Simples assim. Por ser simples não significa que não seja complexo no todo. Complicado no todo é mais bonito, é mais poético... Entretanto, simplificado é menos doloroso. Um segredo sobre o amor: deixa de ser amor quando gera mais lágrimas do que sorrisos, por isso precisamos descomplicá-lo. O poema de Camões diz que o amor é “um contentamento descontente”. Devemos prestar atenção se o descontentamente for apenas descontente, pois se for algo está errado. “É ferida que dói e não se sente”, mas se começar a sentir... é qualquer outra coisa, menos amor. Amar é lindo, mas sofrer é ridículo. Pode parecer bonito nos filmes, mas na vida real é pura estupidez. Não faz sentido ser estúpido. É incrível como algumas pessoas amam por amar... Só vale à pena amar por amor. Devemos pensar nisso, para que o ato de amar não deixe traumas em mais ninguém. O amor é lindo. Amar... às vezes pode não ser.
Assinar:
Postagens (Atom)
